entendendo o botnet mirai
Colaboradores
Manos Antonakakis, Tim April, Michael Bailey, Matt Bernhard, Elie Bursztein, Jaime Cochran, Zakir Durumeric, J. Alex Halderman, Luca Invernizzi, Michalis Kallitsis, Deepak Kumar, Chaz Lever, Zane Ma, Joshua Mason, Damian Menscher, Chad Seaman, Nick Sullivan, Kurt Thomas, Yi Zhou
Detalhes
26th USENIX security symposium (USENIX Security 17), pp. 1093-1110. 2017.
Resumo
O botnet Mirai, composto principalmente por dispositivos embarcados e IoT, conquistou a Internet no final de 2016, quando sobrecarregou vários alvos de alto perfil com massiveiros ataques de negação de serviço distribuída (DDoS). Neste artigo de pesquisa, nós fornecemos uma análise retrospectiva de sete meses do crescimento do Mirai para um pico de 600 mil infecções e uma história de suas vítimas de DDoS. Ao combinar uma variedade de perspectivas de medição, nós analisamos como o botnet emergiu, quais classes de dispositivos foram afetadas e como as variantes do Mirai evoluíram e competiram por hosts vulneráveis. Nossas medições servem como uma lente para o frágil ecossistema de dispositivos IoT. Nós argumentamos que o Mirai pode representar uma mudança significativa no desenvolvimento evolutivo de botnets — a simplicidade com que os dispositivos foram infectados e seu crescimento precipitado demonstram que técnicas maliciosas novatas podem comprometer dispositivos de baixo custo o suficiente para ameaçar até mesmo alguns dos alvos melhor defendidos. Para abordar esse risco, nós recomendamos intervenções técnicas e não técnicas, bem como propomos direções de pesquisa futuras.